Bahia registra 1.642 mortes por coronavírus

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Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 2131 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +3,9%), 41 óbitos (+2,6%) e 1.999 curados (+6,8%). Dos 56.422 casos confirmados desde o início da pandemia, 31.192 já são considerados curados, 23.588 encontram-se ativos e 1.642 tiveram óbito confirmado.

As confirmações ocorreram em 369 municípios do estado, com maior proporção em Salvador (49,88%). Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram Ipiaú (1.323,22), Gandu (1.311,61), Itajuípe (1.171,25), Uruçuca (1.145,28) e São José da Vitória (1.042,96).

O boletim epidemiológico contabiliza 56.422 casos confirmados, 152.795 casos descartados e 73.512 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17 horas desta sexta-feira (26).

 

Cabe ressaltar que o município de Conceição do Jacuípe enviou um ofício a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia comunicando que errou no preenchimento dos dados no sistema de notificação e lançou casos negativos como sendo positivos. Em virtude deste comunicado, no qual o município reconhece a falha no preenchimento, 53 casos serão excluídos. Para acessar o ofício, clique aqui.

 

Na Bahia, 7.290 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19. Para acessar o boletim completo, clique aqui.

 

Taxa de ocupação – Na Bahia, dos 2.181 leitos disponíveis do Sistema Único de Saúde (SUS) exclusivos para coronavírus, 1.371 possuem pacientes internados, o que representa uma taxa de ocupação de 64%. No que se refere aos leitos de UTI adulto e pediátrico, dos 901 leitos exclusivos para o coronavírus, 688 possuem pacientes internados, compreendendo uma taxa de ocupação de 76%.

 

Cabe ressaltar que o número de leitos é flutuante, representando o quantitativo exato de vagas disponíveis no dia. Intercorrências com equipamentos, rede de gases ou equipes incompletas, por exemplo, inviabilizam a disponibilidade do leito. Ressalte-se que novos leitos são abertos progressivamente mediante o aumento da demanda.

Crédito: Jefferson Beltrão/Secom