Moro pede demissão e faz acusações a Bolsonaro

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BRA01. RÍO DE JANEIRO (BRASIL), 01/11/2018.- El juez Sergio Moro (i), responsable por la operación Lava Jato en primera instancia, es visto junto al futuro ministro de la Hacienda de Brasil, Paulo Guedes (d), en Río de Janeiro (Brasil) hoy, jueves 1 de noviembre de 2018, antes de reunirse con el presidente electo, Jair Bolsonaro. Moro afirmó hoy que Brasil necesita implantar una "agenda anticorrupción" y aceptó la invitación del presidente electo, Jair Bolsonaro, para ser ministro de Justicia del Gobierno que asumirá el ultraderechista el próximo 1 de enero. EFE/Antonio Lacerda

Símbolo no combate à corrupção no Brasil, o ex-juiz Sergio Moro anunciou sua saída do Ministério da Justiça no final da manhã desta sexta-feira (24), no mesmo dia em que o presidente Jair Bolsonaro exonerou o diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo. Moro saiu atirando no governo e disse que o presidente decidiu trocar o diretor da PF porque ele “tinha preocupações em curso no Supremo Tribunal Federal (STF)”, em referência às investigações em curso sobre fake news e os atos antidemocráticos do último fim de semana.

“O presidente queria uma pessoa que ele pudesse ligar, que ele pudesse colher informações de inteligência, e realmente não é o papel da Polícia Federal prestar essas informações”, disse Moro. “O presidente também informou que tinha preocupação com inquéritos em curso no Supremo Tribunal Federal e que a troca seria oportuna nesse sentido”, acrescentou o ex-juiz.

Na entrevista coletiva, Moro também afirmou que não assinou a exoneração do ex-diretor da PF –no Diário Oficial da União, a aparece a assinatura do ex-ministro.

 

Crédito: Antonio Lacerda/EFE