Governador visita obras de recuperação do Museu Wanderley Pinho

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Nesta quarta-feira (9) o governador Rui Costa visitou as obras de recuperação do Museu Wanderley Pinho, em Caboto (Candeias), acompanhado do secretário do Turismo do Estado (Setur), Fausto Franco, e do diretor-geral do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Ipac), João Carlos Oliveira.

Na oportunidade, o governador percorreu toda a área externa do museu, o espaço multiuso, o prédio principal (museu), a capela, as obras de restauro, além de ir até o atracadouro, que também faz parte das 13 intervenções que estão sendo realizadas no entorno da Baía de Todos-os-Santos, através do Prodetur Nacional Bahia.

Fausto Franco, juntamente com João Carlos, explicaram que o complexo, situado na área do histórico Engenho Freguesia, abrigará restaurantes, lanchonetes, minigalerias, miniconvention, praça, cerimonial e salas multiuso, entre outros equipamentos.

Rui Costa ressaltou que o Estado tem realizado importantes investimentos em Candeias, incluindo a área cultural, com a recuperação do Museu Wanderley Pinho, “importante patrimônio histórico e cultural da Bahia”, que tem investimento em torno de R$ 25 milhões.

Além dos gestores do Estado, a visita contou com o acompanhamento do historiador Francisco Senna, ressaltando a importância do complexo  que conta a história da Bahia e do Brasil a partir do século XVIIl, lembrando que o estado foi um importante polo da economia do açúcar, sendo Salvador um entreposto, “mas a produção vinha toda do Recôncavo Baiano”. Ele acrescenta que o prédio no passado foi a casa grande de um importante engenho de açúcar e, em 1971, transformou-se no Museu do Recôncavo Wanderley Pinho.

O secretário do Turismo, Fausto Franco, explicou que o parque tem área total de 26 mil metros quadrados e encontra-se com aproximadamente 60% das obras  concluídas, “fazendo parte do lote 1 de intervenções do Prodetur Nacional Bahia, para ser integrado ao roteiro náutico e cultural desta zona turística”, pontuou o gestor.

O diretor do Ipac, João Carlos, concluiu dizendo que “estamos diante do maior investimento de uma Baía de Todos-os-Santos extremamente plural, com capacidade de abrigar empreendimentos náuticos que interliguem diversas atividades culturais”.

 

Crédito: Tatiana Azeviche