O primeiro ano da atual gestão municipal em Itapitanga tem sido marcado por demissões no serviço público e dificuldades em áreas básicas, como saúde, educação e segurança. As situações vêm sendo relatadas por moradores e repercutidas em noticiários regionais.
Nos últimos meses, mais de 200 servidores municipais foram desligados. A prefeitura informou que as demissões fazem parte de medidas de contenção de despesas e ajuste financeiro. No mesmo período, a administração municipal anunciou a realização de um evento festivo previsto para o dia 21 de dezembro, o que tem gerado questionamentos sobre a organização dos gastos públicos.
Na área da segurança, moradores relatam aumento da sensação de insegurança. O município passou a ser citado em reportagens regionais por causa de conflitos entre facções criminosas, principalmente em bairros mais afastados.
A educação também enfrenta dificuldades. Há relatos de unidades escolares sem estrutura adequada para funcionamento em tempo integral, o que tem impactado estudantes, pais e profissionais da rede municipal.
Na saúde, apontada como a maior preocupação da população, pacientes estariam sendo encaminhados para Itabuna, mas encontram dificuldades de atendimento no Hospital de Base. Informações indicam problemas na regularidade do convênio entre a Prefeitura de Itapitanga e a unidade hospitalar, o que tem provocado transtornos no acesso aos serviços.
Além disso, a prefeita encaminhou à Câmara de Vereadores um projeto que prevê a criação de novas taxas municipais, com o objetivo de ampliar a arrecadação. A proposta é analisada em um contexto de reclamações sobre a crise econômica enfrentada por parte da população.
As discussões em torno da gestão se concentram na necessidade de equilíbrio entre contenção de gastos, manutenção dos serviços essenciais e realização de eventos no município.


