“Simplesmente Elas” volta a cartaz no mês da mulher

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Para celebrar o mês da mulher e um ano em cartaz, o espetáculo Simplesmente Elas,musical que traz uma abordagem poética e bem-humorada do rico universo feminino e que flerta com o teatro de revista, está de volta, desta vez para quatro finais de semana, de 13 de março a 04 de abril, sempre às sextas e sábados, às 20h, no Teatro Módulo.

Depois de estrear em março de 2019, permanecer em cartaz durante quatro temporadas no Café Rubi, o musical volta ao palco com três das nossas mais importantes atrizes – Cristiane Mendonça, Evelin Buchegger e Luisa Proserpio -, sob a batuta do premiado ator e diretor Marcelo Praddo.

Com muita música, dança e refinado humor, o espetáculo conta a história de três mulheres de idades diversas, personalidades ímpares e complementares, que ensaiam um musical no camarim de um teatroEnquanto esperam, essas atrizes estabelecem uma conversa íntima e passeiam por temas como envelhecimento, amor, maternidade, mercado de trabalho, sexo e empoderamento.

Evelin gosta de lembrar que o espetáculo é uma crônica bem-humorada “dos nossos dias, das nossas histórias”. Cristiane concorda e garante que é gratificante ver como as mulheres se sentem representadas com a peça. “Em um mundo ainda muito machista, considero fundamental mexer nesse universo. Os temas são tratados de forma leve e bem-humorada. Conseguimos também incluir um olhar receptivo dos homens, convidando a todos para uma reflexão de que é realmente tempo de mudança”, propõe a atriz.

Para o diretor, a peça quer aliar entretenimento e reflexão. “O humor caminha de mãos dadas com o lírico, o dramático e, também, com o que move, perturba e incomoda a mulher contemporânea. Num momento de tantas agressões às mulheres, toda ponderação e respeito são bem-vindos. Nosso desejo é que Simplesmente…seduza o público feminino e provoque curiosidade no masculino, ali refletido e dissecado”, observa Marcelo Praddo.

O roteiro, alinhavado pelo ator Eduardo Albuquerque, é uma colagem de textos, crônicas, poemas e músicas de autoras e compositoras brasileiras, como Lya Luft, Elisa Lucinda, Fátima Guedes, Rita Lee, Malu Magalhães e tantas outras. Ele faz, também, referências a situações vivenciadas pelas próprias atrizes, sempre misturando ficção e realidade, sonho e fantasia.

Com coreografias de Bárbara Barbará, a peça tem arranjos e direção musical de Luciano Salvador Bahia e é focada no abrangente universo feminino. No entanto, o espetáculo também faz uma ponte com o mundo masculino, às vezes o enfrentando e se contrapondo, mas também absorvendo e dialogando com suas idiossincrasias.

Crédito: Divulgação